Todos têm potencial inexplorado

O QUE É A TELEPRÁTICA EM TERAPIA DA FALA?

É a prestação dos serviços de terapia da fala, à distância, recorrendo à tecnologia e à telecomunicação. Alguns profissionais podem, ainda, usar os termos “teleconsulta em terapia da fala” ou “videoconsulta em terapia da fala”. 

Com o evoluir da pandemia de COVID-19 e, de forma a que os utentes possam continuar a sua intervenção em terapia da fala, observámos um crescimento exponencial desta prática. Com todas as vantagens identificadas da intervenção à distância, contrapesa a ameaça de profissionais não credenciados do é imprescindível que certifique a qualificação lado do ecrã. Desta forma, outro terapeuta da fala solicitando a sua cédula profissional.

QUALQUER PESSOA TEM INDICAÇÃO PARA A TELEPRÁTICA?

Nem todos os utentes têm indicação para a teleprática. A indicação para a telepática poderá estar dependente de fatores como a idade, o comportamento, o diagnóstico, o programa de intervenção, entre outros. A decisão para uma intervenção à distância deve ser avaliada e discutida com o terapeuta da fala.

QUE TIPO DE REQUISITOS NECESSITO PARA A TELEPRÁTICA?

O material e equipamento necessários irá depender do programa de intervenção delineado pelo Terapeuta da Fala. Antes de iniciar a teleprática, o terapeuta irá indicar o equipamento e material necessários à realização da intervenção.

Dispositivo de telecomunicação: poderá ser um computador, um tablet ou um telefone munido de microfone e câmara. No entanto, para determinadas áreas e objetivos de intervenção, um telefone pode não oferecer a qualidade de som e/ou imagem imprescindíveis à realização da sessão/consulta.

Ligação à internet: será sempre necessária uma ligação à internet para a realização das sessões/consultas. Tem de ter em conta que a velocidade do sinal de internet condicionará a qualidade do som e da imagem e que poderão interferir com a realização da sessão/consulta.

Consentimento Informado: documento assinado pelo utente/cuidador que visa garantir que o utente e/ou os seus cuidadores são previamente informados de todas as limitações e especificidades decorrentes da teleprática.

 

Espaço tranquilo: o espaço onde se encontra a realizar a sessão deve ser calmo, bem iluminado e silencioso. Idealmente deverá estar presente somente o paciente.

Presença de cuidador: caso a sessão seja realizada a uma criança/jovem/adulto dependente ou que necessite de ajuda no manuseio do dispositivo ou materiais a sessão/consulta poderá decorrer na presença de um cuidador.

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COMO FUNCIONA A TELEPRÁTICA?

Na teleprática, geralmente, o terapeuta da fala realiza uma videoconferência com o paciente, através de plataformas como o Zoom ® ou o Skype ®. Durante a sessão/consulta o terapeuta da fala utiliza várias ferramentas de forma a que a experiência seja o mais semelhante possível a uma sessão/consulta presencial. Durante a sessão/consulta é natural que o terapeuta possa partilhar o ecrã, usar o som e vídeo como recursos ao desenvolvimento da intervenção, bem como fazer uso do rato e teclado como ferramentas aos exercícios a realizar

Não descure a ameaça de profissionais

não credenciados do outro lado do ecrã.

CERTIFIQUE A QUALIFICAÇÃO DO PROFISSIONAL!

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